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Aluno de paraquedismo que morreu durante salto em SP despencou de 2 mil metros em queda livre

Um vídeo registrou os últimos momentos do empresário e aluno de paraquedismo Andrius Pantaleão, que morreu após perder o controle durante um salto de paraquedas em Boituva, no interior de São Paulo. No registro, obtido, Pantaleão aparece girando intensamente a mais de 200 km/h: sem conseguir se estabilizar, o empresário despenca em queda livre por cerca de 2 mil metros, até cair no portão de uma casa.

O salto fatal aconteceu no dia 19 de julho e, segundo o instrutor Paulo César Mirkai, que acompanhava Andrius, o salto começou bem, com o aluno estabilizado e confirmando que conseguiria comandar o paraquedas antes do instrutor o soltar, após sairem juntos do avião. Na hora do controle das curvas, já sozinho em queda livre, ele começou a girar e perder o controle: Mirkai ainda tentou estabilizar o aluno, que se afasta. Andrius morreu na hora, sem ferir ninguém na casa onde caiu.


Na reportagem, o instrutor revela que aquele era o terceiro salto de Andrius, que havia treinado em simulador e demonstrado estar tecnicamente preparado. Um inquérito policial foi instaurado, a fim de determinar o que aconteceu durante o salto e se há problemas de segurança no esporte em Boituva, que se autodenomina capital do paraquedismo no país. Ao longo dos últimos 6 meses, mais de 80 mil saltos partiram da cidade.

Segundo o instrutor, o salto começou bem, mas em seguida Andrius perdeu o controle


Desde o acidente, a Justiça determinou a suspensão das atividades nos céus do município. O avião que transportava Andrius Pantaleão decolou do Centro Nacional de Paraquedismo, em Boituva, mesmo local onde ocorreu recentemente o acidente fatal com a sargenta do exército Bruna Ploner, em abril, e de onde partiu o avião que, em maio, realizou um pouso forçado em um sítio da região, causando a morte de duas pessoas.

Paraquedismo em Boituva

O paraquedismo representa um quarto das atividades econômicas locais, e a prefeitura de Boituva se comprometeu a melhorar a estrutura do Centro Nacional na cidade. Procurada, a Agência Nacional de Aviação (ANAC) afirmou que para praticar o paraquedismo é necessário realizar uma prova teórica, mas que as aulas e os critérios de ensino não são regulamentados pela agência. A reportagem pode ser assistida aqui.



fonte:https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/aluno-de-paraquedismo-que-morreu-durante-salto-em-sp-despencou-de-2-mil-metros-em-queda-livre/ar-AA10g65L?ocid=msedgntp&cvid=56681ae4f0e247fea6fae497e56b005f

foto: meramente ilustrativa

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